Não há, no mundo contemporâneo, adereço feminino mais perturbador que o véu islâmico. Nas suas múltiplas declinações – da burca ao “burquini” –, a prática de ocultar partes do corpo feminino provoca mal-estar, indignação, repúdio. O incômodo é sintoma de uma fratura que contrapõe duas culturas do visível: a ocidental moderna (propensa ao consumo e à ostentação) e a islâmica (que privilegia a essência ante a aparência.


Professor
Plínio Freire Gomes,
é autor de Um herege vai ao paraíso (Companhia das Letras). Graduou-se e fez mestrado em história, na Universidade de São Paulo. Viveu durante quase duas décadas no exterior, entre a Europa e o Oriente Médio. Leciona nos museus Masp, Museu de Arte Sacra e Mam; e em instituições como Casa do Saber, Centro Universitário Maria Antonia, Instituto de Cultura Árabe e Areté (Centro de Cultura Helênica). Há seis anos coordena o grupo de “Estudos da Arte”, atuando também como membro fundador do coletivo Lente Cultural, na Livraria Martins Fontes. Atualmente apresenta conferências e cursos sobre história da arte, com foco nos períodos helenístico, romano e renascentista. Mas sua principal área de atuação é a cultura islâmica. Participa ainda, na condição de especialista, em projetos de viagem com foco em países como Itália, Espanha, Marrocos, Irã, Índia, China e Japão


Data: 15 de fevereiro de 2020 (sábado)
Horário: 10h00
Investimento: R$ 50,00 (depósito ou transferência bancária)
Vagas limitadas
Inscrições:
mfatima@museuartesacra.org.br
Informações: (11) 5627 5393
Local: Museu de Arte Sacra de São Paulo
Endereço: Avenida Tiradentes, 676, Luz. Metro Tiradentes.
Estacionamento gratuito (ou alternativa de acesso): Rua Jorge Miranda, 43 – Estacionamento sujeito à lotação.

Ao final da palestra será oferecido o certificado de participação.

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